Pesquisa e Inteligência de Marketing Feminino
Categoria: Notícias | Tags: Carreira, Mercado de Trabalho, Planejamento Familiar
“Por que a mulher moderna se sente pressionada a escolher entre filhos ou carreira profissional, sem considerar conciliar ambas as atividades?”
Essa foi a pergunta que norteou um estudo conduzido por uma repórter de um jornal inglês, Lisa Belikin, e que contou com 3.000 mulheres britânicas graduadas, com idade entre 33 e 45 anos. Para a surpresa da pesquisadora, metade delas não tinha filhos.
A pesquisa se propôs a entender por que algumas mulheres optavam por não ter filhos, e, de uma perspectiva geral, a principal razão era a necessidade feminina de ter controle de sua própria vida. Essa “liberdade”, segundo as participantes da pesquisa, não é possível com a presença dos filhos. Entretanto elas fizeram questão de dizer que não se tratava apenas de egoísmo, mas simplesmente por não terem o desejo de ser mãe.
Ao não se sentirem “maternais”, elas não consideram um vazio em suas vidas o fato de não terem tido filhos.
A importância delas na família e no mercado de trabalho é justificada por 91% das mulheres que ajudavam na renda do casal, antes de eventuais filhos. Dessas, 19% chegavam a ganhar melhor do que o parceiro, sejam eles namorados, noivos ou maridos.
Contudo, dentre outros fatores, o medo de perder o emprego também foi citado, já que elas têm o conhecimento de que, para uma empresa, são elevados os custos de manutenção de uma mulher grávida entre seus funcionários.
Ser “ambiciosa” foi uma característica citada por 74% das mulheres que nunca engravidaram, entretanto esse número se reduziu para 65% dentre as que já tiveram filhos.
A Sophia Mind já realizou uma pesquisa sobre ambição profissional entre mulheres brasileiras que constatou que:
“De olho no crescimento profissional, 81% das mulheres casadas afirmam não terem alterado seus planos de carreira após o casamento. 63% das mulheres que são mães não mudaram os seus planos profissionais após o nascimento dos filhos, mas 24% acreditam que alcançar as metas se torna mais difícil. Em uma situação hipotética de transferência para o exterior, apenas 12% das entrevistadas não aceitariam o convite. 69% delas concordariam levando os familiares. “
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